Nesta semana, o Facebook anunciou que vai excluir boatos que possam incitar a violência em sua plataforma – uma investigação chegou a afirmar que a rede social protegia esse tipo de conteúdo. Para discutir o tema, o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, usou como exemplo o Holocausto promovido pela Alemanha nazista.
Em entrevista ao site Recode, o executivo afirmou continuar reticente a respeito de como as publicações que podem gerar violência vão ser detectadas e se isso não poderá afetar a liberdade de expressão dos usuários.
Como reflexão, Zuckerberg exemplificou com as postagens que negam a existência do Holocausto. Este é o nome dado ao programa de extermínio étnico criado durante a Segunda Guerra Mundial por Adolf Hitler, o qual matou aproximadamente 6 milhões de judeus. Contudo, muitos garantem que o assassinato em massa não ocorreu.
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Facebook: Zuckerberg defende permanência de posts que negam o Holocausto Conteúdo postado original postado primeiro em www.tudocelular.com