Não é de hoje que uma grande confusão ronda a disponibilização do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC-1), colocado em orbita em 2017 pelo governo federal, numa parceria entre o Ministério da Defesa e a Telebrás, sendo o segundo integralmente brasileiro a entrar em órbita, com custos para tal de R$ 2.78 bi.
O foco desse satélite era de três pontos principais: 30% do satélite é exclusivamente reservado para as forças armadas nacionais, visando comunicação entre postos de operação no país e os outros 70%, divididos entre o fornecimento de conexão para órgãos governamentais e para a operação do projeto “Internet para todos”, que levaria serviço de internet rápida a áreas até então sem acesso à internet, tendo como alvo regiões com, no mínimo 50 habitantes.
A previsão inicial é que até o final desse ano, 8.000 postos seriam disponibilizados e até março de 2019, esse número passaria para 15.000 postos.
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Viasat recebe aval da ANATEL para utilização de satélite brasileiro Conteúdo postado original postado primeiro em www.tudocelular.com